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    Embark detalha próximos passos para equilibrar armas em ARC Raiders

    amorimmatheus2k21@gmail.comBy amorimmatheus2k21@gmail.comjaneiro 15, 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    Mesmo após o sucesso explosivo de ARC Raiders na virada do ano, os holofotes continuam sobre o balanceamento de armas. A atualização 1.11.0, lançada no início de 2026, trouxe nerfs importantes e reacendeu discussões sobre custo e raridade.

    Virgil Watkins, diretor de design da Embark Studios, falou abertamente sobre o tema e adiantou que mudanças mais profundas estão no horizonte. A conversa joga luz no processo interno do estúdio para que o equilíbrio de poder entre as armas seja sentido por todos os jogadores, independentemente do equipamento que carregam.

    O que mudou na atualização 1.11.0

    A primeira atualização do ano mexeu em duas queridinhas da comunidade. A granada Trigger ‘Nade teve o dano reduzido quanto maior a distância do alvo em relação ao epicentro da explosão, além de um leve aumento no tempo de detonação. Já a metralhadora Kettle perdeu o disparo hiperveloz habilitado por macros, graças a um ajuste na cadência de tiro.

    Embora o patch tenha sido considerado “pequeno”, o impacto dessas modificações se espalhou pelas partidas e obrigou caçadores de loot a repensar suas estratégias. O balanceamento de armas em ARC Raiders, portanto, voltou ao topo das pautas nas redes e fóruns.

    Filosofia por trás do balanceamento de armas em ARC Raiders

    Segundo Watkins, a filosofia base é simples: “qualquer arma, nas mãos certas, deve garantir vitória em um confronto”. Na prática, porém, o diretor admite que alguns equipamentos de alto nível ainda entregam vantagem além do desejado. O equilíbrio de custo-benefício, especialmente nos tiers superiores, está “um pouco fora do ponto” — palavras de Watkins.

    Hoje, muitos jogadores preferem itens acessíveis, como a confiável Stitcher, por serem fáceis de obter e menos dolorosos de perder em um abate. Essa escolha pragmática indica que o sistema de raridade não incentiva, como deveria, o uso de armamentos mais raros, como Venator ou Bobcat.

    Quando o preço não compensa

    Watkins ressalta que gastar mais não deveria cobrir lacunas de habilidade ou consciência tática. A ideia é manter a emoção de encontrar uma arma roxa ou dourada, sem que ela se torne um “vencer por W.O.”. Para isso, a Embark avalia minuciosamente cada item, comparando estatísticas brutas e performance em campo.

    Ajustes futuros: raridade, crafting e materiais

    O estúdio não descarta mudanças radicais. Armas podem subir ou descer de raridade, ter custos de crafting revistos ou demandar materiais diferentes. Se a Venator, por exemplo, continuar entregando resultados abaixo do esperado, poderá ficar mais barata — ou ganhar buff em algum atributo chave.

    Da mesma forma, itens que superam projeções podem ser reposicionados em categorias superiores. Watkins enfatiza que nada está “escrito em pedra” e que a equipe analisa dados de uso, taxa de vitórias e feedback comunitário antes de mexer no tabuleiro.

    Impacto no ecossistema de loot

    Ajustar uma única arma reverbera em toda a economia do jogo. Reduzir o custo de upgrade pode aumentar a demanda por certos materiais, enquanto elevar a raridade muda o valor de troca entre jogadores. Por isso, cada alteração passa por testes internos e sessões de jogo com participantes selecionados.

    Embark detalha próximos passos para equilibrar armas em ARC Raiders - Imagem do artigo

    Imagem: Internet

    Cheat, macros e o desafio da justiça

    Além do balanceamento, Embark trava outra batalha: o combate a cheats e macros. O caso da Kettle mostrou que, mesmo armas teoricamente equilibradas, podem desvirtuar o lobby quando exploradas por softwares externos. O estúdio reforça rotinas anti-trapaça, sem deixar de lado a diversão de quem joga limpo.

    Para Watkins, resolver o desequilíbrio não é só reduzir números. É garantir que mecânicas, cadência de tiro e hitboxes funcionem dentro da proposta original. Assim, quando um jogador perder o loot, saberá que foi questão de estratégia — não de código malicioso.

    O que vem por aí em ARC Raiders

    Dataminers já encontraram indícios de novos Trials marcados para 20 de janeiro de 2026, incluindo a atividade Toxic Swamp. A Embark não confirma detalhes, mas a comunidade aposta em condições climáticas inéditas que podem afetar visibilidade e mobilidade, exigindo armas específicas ou build diferenciada.

    Enquanto isso, o estúdio continua analisando relatórios diários para calibrar todas as peças do arsenal. Segundo Watkins, “se o jogador não sentir aquele frio na barriga ao achar uma arma rara, voltaremos à prancheta”.

    Participação da comunidade

    Feedback em fóruns oficiais, redes sociais e plataformas de streaming é monitorado de perto. A empresa incentiva pilotos a enviarem clipes e estatísticas sempre que perceberem um desequilíbrio evidente. Com dados concretos, a Embark acelera decisões e evita ajustes que possam gerar novos problemas.

    Por que o balanceamento de armas importa

    Em jogos de extração, onde o risco de perder tudo adiciona camadas de tensão, balanceamento é peça-chave. Se o meta se cristaliza em duas ou três armas, parte da diversão morre. O bloqueio à diversidade afasta novatos e pode reduzir a fila de matchmaking.

    A busca pelo equilíbrio é, portanto, vital para a longevidade de ARC Raiders. No BlockBuster Online, seguimos de olho em cada patch, porque cada número alterado no dano ou na cadência pode redefinir quem sobrevive e quem volta para casa de mãos vazias.

    Resumo rápido

    • Atualização 1.11.0 nerfou Trigger ‘Nade e ajustou a Kettle.
    • Embark quer todas as armas viáveis, independentemente da raridade.
    • Custos de crafting e raridade podem mudar em breve.
    • Novos Trials devem estrear em 20/01/2026, com o desafio Toxic Swamp.

    Para os fãs, resta acompanhar os próximos comunicados oficiais e testar cada mudança assim que ela chegar. Afinal, em ARC Raiders, só sobrevive quem se adapta.

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