Se “Emily in Paris” melhora em uma área nesta temporada, é o figurino. Emily deveria ser uma estrategista de marketing inteligente e estilosa, mas a primeira temporada a viu lançando fotos simples e simples que de alguma forma se tornaram virais. Nesta temporada, há um ligeiro salto no realismo, já que os salários de Emily estão chegando e ela agora tem o guarda-roupa de cair o queixo de um verdadeiro influenciador. A mulher pode estar inexplicavelmente inconsciente da existência de bastões de selfie, mas ela tem sua aparência.

Ainda assim, pode não ser um bom sinal que os vestidos extravagantes de Emily, os blazers de tirar o fôlego e os saltos da moda me fizeram sentir mais do que quaisquer pontos reais da trama no programa. Existe um lugar na paisagem cultural pop para a pornografia fashion, mas não é o suficiente para construir um show. “Sex and the City” se destacou porque suas atitudes francas sobre sexo eram novas; “Emily in Paris” não tem esse traço definidor. Sempre haverá espaço para ninharias viciantes na televisão, mas esta não provou que tem muito poder de permanência.

Fonte: www.slashfilm.com

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