John Early sempre foi um destaque na série como Elliott, um homem gay inseguro e perseguidor de tendências que também tem uma longa história como mentiroso compulsivo. Esta temporada não é diferente. O talentoso ator faz revirar os olhos parecido com alta comédia e possui uma gama aparentemente infinita de expressões hilariantemente mordazes e enojadas. Nesta temporada, Elliott e o namorado Marc (Jeffery Self) adotam uma criança feita de forma sintética após decidirem que uma criança seria um “verdadeiro iniciador de conversa”. A criança com quem eles acabam é um terror assustador, defeituoso e ruivo, e é profundamente divertido ver o casal raso lutando para lidar com ele. Elliott recebe uma subtrama ridícula após a outra ao longo da temporada, e Early enfrenta todas elas.

“Search Party” pede aos telespectadores que dêem alguns saltos narrativos importantes com eles nesta última temporada, mas, em retrospecto, os blocos de construção para a queda de Dory na ilusão estão todos lá. O programa provou que era excelente e imprevisível na primeira temporada, quando ela acabou matando alguém durante uma tentativa equivocada de resgatar Chantal (Clare McNulty), uma ex-colega de classe que não estava realmente em perigo.

Uma sátira sorrateiramente inteligente, a série primeiro lançou as bases para um mistério semissério antes de revelar que nossos heróis são realmente ignorantes, egocêntricos e até perigosos. A nova temporada segue essa linha de pensamento até o fim, mas não para uma conclusão esperada. Em vez disso, os escritores da série pegam facetas de Dory que já existiam, como seu senso de grandeza, e as deixam correr soltas, levando a série por um caminho narrativo ambicioso e bizarro que praticamente se transforma em fantasia.

Fonte: www.slashfilm.com

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