Quando “First Kill” opera em sua forma mais simples (também conhecida como a melhor), o ponto crucial da história é o jovem amor florescendo entre Calliope e Juliette, apesar de seus pais lutarem desesperadamente para mantê-los separados. Juliette se mostra um problema para seus pais antes mesmo de descobrirem seu caso de amor com um assassino: ela se ressente da parte vampira de si mesma e deseja ser humana. Isso confunde sua irmã, que se diverte com a realidade de ser uma vampira do Legado. Tem vantagens: eles podem comer comida humana, andar à luz do sol e se misturar facilmente ao mundo humano. Além disso, eles são parte de uma estrutura matriarcal de vampiros que eles são os próximos na linha de sucessão. Mas para ocupar seu lugar na família, Juliette precisa fazer sua primeira morte – um ato que ela considera impensável. Então, embora machuque causar dor em sua família, sua paixão por Calliope é uma fuga bem-vinda de seu futuro vampiro iminente.

Para Calliope, ter sentimentos por Juliette é muito mais complicado. Cal se sente em casa com sua família: ela cresceu cercada por caçadores fortes, lutando para proteger o mundo dos monstros. Ela está emocionada com a oportunidade de ocupar seu lugar entre eles – se ao menos eles a deixassem. Com dois irmãos mais velhos, ela é vista como a “irmãzinha” que ainda precisa de rodinhas. Mas Calliope é feroz e teimosa, então quando surge a chance de sua primeira morte, ela é rápida em aproveitá-la. Então vem Juliette, que tem o poder de fazer Cal questionar tudo o que ela acreditava sobre monstros.

Lewis e Hook compartilham uma química que é mais natural do que elétrica, mas quando o programa defende o poder do amor jovem, eles o abraçam. As referências de Shakespeare dizem tudo – o sentimento de estar juntos é poderoso o suficiente para que eles estejam dispostos a arriscar tudo. É o suficiente para fazer conhecedores de YA como eu desmaiar, mesmo que eles estejam tomando decisões terríveis a cada cinco segundos, eles são alimentados por essa necessidade de valorizar o amor nascente. O show está no seu melhor quando são eles, lutando contra todos os seus instintos e criando por uma questão de estar perto. E quando suas famílias se envolvem? Só fica melhor. Onde a mãe de Juliette, Margot (Elizabeth Mitchell), poderia ter sido um estereótipo de rainha do gelo, o show a imbui de uma humanidade surpreendente. E como a mãe de Cal, Talia, que aposta em monstros, Aubin Wise é um MVP, emocionalmente fundamentando um programa que, de outra forma, tende a flutuar. Falando nisso, esse é o principal problema com “First Kill”: as tensões que fazem o show funcionar tão bem acabam sendo apenas uma fração de uma história que de outra forma serpenteia. Na verdade, é bastante apropriado – “First Kill” foi obviamente feito para e por fãs desses romances paranormais populares e, embora esteja incorporado com as mesmas virtudes, também é culpado dos mesmos pecados.

Fonte: www.slashfilm.com

Deixe uma resposta