Parece que a novidade para atores como Craig e Robert Downey Jr. – que estão prontos para terminar com compromissos de franquia de longa data – é ter seus personagens mortos no final para que não haja chance de eles voltarem. Isso é algo com que “The Dark Knight Rises” brincou: cristalizar a mortalidade de um herói icônico. Como de costume, o filme de Nolan foi para o final aberto, no estilo “Inception”. Talvez Batman tenha vivido, ou talvez seu fiel mordomo, Alfred, apenas o tenha imaginado ali naquele café europeu.

Nomi nos dá uma dica de que o título de Bond 25 é propaganda enganosa quando brinca: “Você sabe que horas são? Hora de morrer!” Quando fica claro que o filme está caminhando para a morte de Bond, ele cai como uma surpresa suave. Não me deixou abalado como o martini … talvez um pouco agitado? Achei que foi encenado bem o suficiente e apreciei que eles tentaram e nos deram algo diferente, algo que nunca tinha sido feito em um filme de Bond antes.

Bond diz a Madeleine e sua filha de olhos azuis, Mathilde: “Vou demorar só um minuto”, mas sabemos que não é verdade, pois ele vê o barco deles desaparecer na luz. Seu confronto final com Safin o deixa infectado com o vírus nanobot, um perigo para eles caso ele saia da ilha. Depois que Safin atira nele e ele atira e mata Safin, Bond sobe as escadas mancando, pingando sangue. Afinal, ele é humano e isso sempre foi a melhor coisa sobre essa iteração do personagem.

Você não saberia, Bond está no seu melhor quando está vulnerável, quando se torna emocionalmente disponível para as mulheres, não apenas amantes, mas também filhas e figuras maternas: Vesper, Madeleine, Mathilde e o M. de Judi Dench.

Fonte: www.slashfilm.com

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