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    Antes de The Last of Us, Bella Ramsey brilhou em His Dark Materials, a fantasia mais redonda da HBO

    amorimmatheus2k21@gmail.comBy amorimmatheus2k21@gmail.comjaneiro 29, 2026Nenhum comentário7 Mins Read
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    Bella Ramsey virou assunto mundial ao encarnar Ellie em The Last of Us, mas seu talento já era evidente muito antes. Em 2020, a atriz participou da segunda temporada de His Dark Materials, adaptação da trilogia de Philip Pullman que a HBO exibiu em três ciclos consistentes.

    Com roteiro afiado e uma direção que mantém o tom épico sem perder o foco nos personagens, a produção se consolidou como a fantasia mais equilibrada do canal — um feito que muitos julgavam exclusivo de Game of Thrones. A seguir, revisitamos o trabalho de Ramsey na série e analisamos por que a obra segue indispensável para quem gosta do gênero.

    Bella Ramsey: de Lyanna Mormont a Angelica em His Dark Materials

    O público conheceu Bella Ramsey ainda criança, quando ela dominou cada cena de Game of Thrones como a destemida Lyanna Mormont. Na segunda temporada de His Dark Materials, a intérprete repete a façanha ao dar vida a Angelica, moradora de Cittàgazze — cidade devastada pelos Espectros que sugam a alma dos adultos.

    A personagem surge como guia de Lyra (Dafne Keen) e Will (Amir Wilson), oferecendo pistas sobre a ameaça invisível que ronda o lugar. Ramsey alterna doçura e ressentimento em poucos segundos, criando uma ambiguidade que mantém o espectador em alerta. É possível notar a evolução da atriz desde o papel em Westeros: a dicção ganhou nuances, e o olhar entrega melancolia genuína quando Angelica culpa os protagonistas por uma tragédia local.

    Mesmo com tempo de tela limitado, o trabalho da atriz é decisivo para sustentar o clima de incerteza do arco de Cittàgazze. O episódio em que Angelica confronta Lyra é um dos mais comentados pelos fãs, e a performance rendeu elogios da imprensa especializada, que já enxergava ali os traços que fariam de Ramsey a Ellie perfeita em The Last of Us.

    O currículo na HBO apresenta coerência: tanto Lyanna quanto Angelica são figuras jovens que desafiam a ordem estabelecida, e essa rebeldia carismática virou marca registrada da atriz. Não por acaso, ela se encaixa em franquias que priorizam personagens fortes ainda na adolescência — tendência discutida em outras produções recentes, como School Spirits, que também aposta em um elenco teen para conduzir um mistério denso.

    Direção e roteiro: como a equipe mantém o ritmo da fantasia

    His Dark Materials reúne oito diretores ao longo das três temporadas, entre eles William McGregor e Euros Lyn. A rotatividade poderia comprometer a unidade visual, mas a série adota um guia narrativo sólido que limita variações bruscas de tom. Cores frias dominam Cittàgazze, enquanto tons dourados banham Oxford, delineando de forma clara cada universo sem recorrer a exposições didáticas.

    Nos bastidores, Francesca Gardiner e Jack Thorne (roteirista principal) garantem que o ritmo nunca se arraste. Os diálogos equilibram filosofia e aventura, evitando jargões científicos que afastariam o público casual. Essa abordagem funciona particularmente bem nos confrontos verbais entre Mrs. Coulter (Ruth Wilson) e Asriel (James McAvoy), momentos em que a densidade teológica dos livros precisa caber em poucos minutos de tela.

    A liberdade criativa é calculada: mudanças pontuais suavizam a violência sem infantilizar a trama. O formato de oito episódios por temporada impede fillers e favorece cliffhangers estratégicos. A decisão contrasta com Game of Thrones, criticado por acelerar arcos inteiros em seu último ano. Ao manter a mesma cadência do piloto até o desfecho, His Dark Materials sustenta a coesão que fãs de ficção fantástica desejam.

    Esse planejamento também serve de lição para adaptações futuras. O filme The Flash, por exemplo, sofreu com interferências de estúdio, mas sua equipe agora tentará reorganizar Gotham em Batman: O Bravo e o Audaz; o histórico de His Dark Materials mostra que consistência de roteiro é um trunfo decisivo.

    Elenco jovem sustenta o peso temático da obra

    Dafne Keen e Amir Wilson carregam a maior parcela dramática ao interpretar Lyra e Will, adolescentes que viajam entre mundos distintos enquanto lidam com culpa, perda e o despertar de sentimentos ambíguos. A química entre os dois funciona porque ambos compreendem a urgência do texto: silenciam quando o roteiro exige contemplação e elevam o tom em momentos de perigo real.

    O suporte vem de veteranos como Ruth Wilson, cuja Mrs. Coulter surge ora materna, ora cruel, e de James McAvoy, que injeta arrogância calculada em Asriel. Porém, é o núcleo infanto-juvenil que impede que a série se torne um tratado filosófico distante. A espontaneidade de Bella Ramsey, por exemplo, serve para lembrar o espectador de que, por trás do discurso sobre pó metafísico, existem crianças tentando sobreviver.

    Antes de The Last of Us, Bella Ramsey brilhou em His Dark Materials, a fantasia mais redonda da HBO - Imagem do artigo original

    Imagem: Internet

    A direção de elenco valoriza esse contraste ao cortar para close-ups longos nos rostos jovens logo após cenas grandiosas de guerra. O recurso destaca o impacto emocional das batalhas e reforça a dimensão humana da narrativa. Essa técnica de alternar escala épica com intimidade foi adotada, em escala menor, por thrillers recentes como Bloodhounds, que também equilibra ação e vulnerabilidade juvenil.

    Dentro desse conjunto, Ramsey se beneficia de uma escrita que raramente infantiliza Angelica. Quando a personagem impõe medo aos forasteiros, a atriz sustenta a tensão sem recorrer a caricaturas. Essa maturidade interpretativa reforça a tese de que a HBO encontrou em His Dark Materials um celeiro de talentos que migrariam para projetos ainda mais ambiciosos.

    O final impecável de His Dark Materials e o contraste com Game of Thrones

    A terceira temporada adapta A Luneta Âmbar, concluindo a cruzada contra a Autoridade e costurando cada arco secundário sem pressa. Dafne Keen entrega seu pico emocional quando Lyra encara o sacrifício necessário para restaurar a estabilidade entre os mundos, enquanto Amir Wilson demonstra vulnerabilidade contida ao receber o mesmo peso narrativo.

    A equipe de roteiristas acerta ao preservar a melancolia do texto original. Em vez de recorrer a reviravoltas chocantes, o clímax aposta no custo das escolhas pessoais — algo que Game of Thrones tentou replicar em seu desfecho, mas acabou comprometido por cortes de tempo e resoluções apressadas. A sensação de caminho completo é o que faz muitos considerarem His Dark Materials a obra de fantasia mais redonda da HBO.

    Além disso, a série não depende de material inacabado. Enquanto George R. R. Martin ainda escreve os últimos volumes de As Crônicas de Gelo e Fogo, Philip Pullman concluiu sua trilogia há décadas. Essa segurança de roteiro se traduz em desenvolvimento orgânico de personagens coadjuvantes, como Mary Malone (Simone Kirby), que recebe protagonismo súbito sem soar forçado.

    O resultado é um final agridoce que respeita a inteligência do público e mantém viva a discussão sobre fé, ciência e livre-arbítrio. Blockbuster Online nota que poucos projetos recentes alcançaram equilíbrio semelhante entre espetáculo e reflexão, algo que o MCU, por exemplo, tenta recuperar em produções como Wonder Man.

    Vale a pena assistir His Dark Materials hoje?

    Para quem procura uma história de fantasia guiada por personagens consistentes, His Dark Materials continua relevante. O elenco jovem, liderado por Bella Ramsey, traduz a complexidade do mundo de Pullman sem perder a dimensão emocional. Além disso, a direção coesa e o roteiro fechado garantem uma experiência completa em 23 capítulos, sem a frustração comum em finais apressados.

    A produção ainda serve como vitrine do crescimento artístico de Ramsey antes de sua jornada como Ellie em The Last of Us. Quem deseja acompanhar a trajetória da atriz desde as raízes encontrará em Angelica uma amostra clara de seu alcance dramático.

    Disponível no catálogo da HBO Max, a série confirma que fantasia televisiva pode, sim, terminar no auge — e isso faz de His Dark Materials um título obrigatório para maratonar sem receio.

    Bella Ramsey Game of Thrones HBO His Dark Materials The Last of Us
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