O DLC Reinado do Bruxo elevou o patamar de Diablo 2 Resurrected ao introduzir a primeira classe inédita desde o remaster. Entre tantas combinações possíveis, o arquétipo de Bruxo de Fogo despontou como a escolha mais simples de aprender e, ao mesmo tempo, potente o suficiente para limpar as dificuldades Pesadelo e Inferno sem dor de cabeça.
Para quem acabou de chegar ao santuário da Blizzard ou já conhece cada pixel, entender como a árvore Caos turbina o dano em área do elemento fogo faz toda a diferença. A seguir, o Blockbuster Online destrincha essa build linha por linha, detalha quais talentos priorizar e explica por que o super-demônio Hephasto é o parceiro perfeito para transformar inimigos em cinzas.
As três árvores de habilidade do Bruxo
O novo herói tem acesso a Caos, Demoníaca e Eldritch. Cada uma oferece estilos bem distintos, mas todas conversam entre si de alguma forma.
Caos concentra magias ofensivas e áreas de efeito, tema central deste guia. Demoníaca gira em torno de invocações – cabem desde simples Maculados até a possibilidade de vincular demônios únicos que marcham lado a lado com o jogador. Já Eldritch adiciona encantamentos de arma e a curiosa Levitação, que permite portar uma arma de duas mãos como se fosse de uma.
Por que o Bruxo de Fogo domina do Normal ao Inferno
A força da especialização em fogo nasce da sinergia natural entre suas primeiras magias. Logo no nível baixo, Anel de Fogo cria um círculo flamejante capaz de afastar lacaios e causar dano contínuo. A combinação com Onda de Chamas, liberada poucos pontos depois, garante duas camadas de controle de grupo sem sacrificar mobilidade.
O ponto alto, porém, acontece quando Apocalipse entra em cena. O pentagrama incandescente não apenas consome a tela inteira, mas ainda reduz a resistência a fogo dos monstros, elevando exponencialmente o resultado de todo o rodízio de magias. O custo de mana é alto, mas o ganho em ritmo de abate compensa a cada lançamento.
Habilidades essenciais e ordem de investimento
Confira a lista recomendada para evoluir sem tropeços:
Imagem: GameRant
- Anel de Fogo – prioridade nos níveis iniciais; dano em área e empurrão salvam vidas.
- Onda de Chamas – muralha ardente que serve de escudo natural e amplia o controle do campo.
- Apocalipse – condição de fim de jogo; exige pontos prévios em Sigilo: Morte.
- Sigilo: Morte – mata instantaneamente inimigos com menos de 13% de HP e explode o cadáver por até 120% da vida restante.
- Domínio Demoníaco – amplia bônus ao consumir invocações.
- Invocar Maculado – fonte de corpos descartáveis que viram combustível para a habilidade Consumir.
- Consumir – reforço temporário no dano de fogo após devorar um aliado demoníaco.
- Vincular Demônio – libera a chance de recrutar um super-único para brilhar nos atos finais.
Caso queira usar espadões ou martelos pesados sem abrir mão do escudo, investir alguns pontos em Maestria de Levitação, na árvore Eldritch, resolve o dilema.
Qual demônio vincular para turbinar o dano
Hephasto, o Armeiro, localizado no Ato 4, reina absoluto. Ele carrega Aura de Fanatismo, que acelera a velocidade de ataque, e ainda possui o afixo Amaldiçoado, capaz de aplicar Amplificar Dano nos alvos atingidos. Todo o grupo – inclusive o Bruxo – se beneficia desse efeito.
Quem ainda não chegou tão longe no enredo pode apelar para qualquer criatura Encantada com Fanatismo ou Convicção. Embora não alcancem o mesmo teto de poder, garantem bônus sólidos até que Hephasto seja finalmente acorrentado.
Vale a pena testar o Bruxo de Fogo?
Para iniciantes, a resposta tende ao sim: a curva de aprendizado é suave, as habilidades protegem o usuário ao mesmo tempo em que devastam hordas inteiras e o gasto de ouro para respeccar é baixo. Veteranos encontram espaço para otimização infinita, seja lapidando rotações de cooldown, seja combinando Fanatismo com equipamentos de ataque rápido. Diante de tanta flexibilidade, não é surpresa ver a comunidade adotando o arquétipo como padrão para corridas de temporada ou maratonas até o nível 99.
