O público pode não notar tudo isso, porém, porque há muita coisa acontecendo, e a maioria é muito melodiosa e colorida com alguns números de dança grandes e brilhantes. Daí a previsão sobre a criança de cinco anos e, devo admitir, a de cinco anos que vive em todos nós. O filme começa com um número de abertura animado mostrando os aldeões dançando … “Rhythm Nation”. Sim, a versão de Janet Jackson de um novo hino nacional, clamando por justiça social, é a coisa certa para uma vila do século 18 ou 19 cantar enquanto se prepara para o dia. Por outro lado, é inegavelmente vigoroso e enérgico, com muitas canções populares da era dos pais e avós da Geração Z, como “What a Man”, “Shining Star” e “Seven Nation Army”. Mas “Somebody to Love” do Queen é um lamentável lembrete de que foi melhor usado em “Ella Enchanted”.

Os números musicais são muito melhores do que o diálogo, que é fofo. Não uma, mas duas vezes, ouvimos que o príncipe “ainda leva palmadas na bunda”. Mesmo a foto de Porter não pode salvar suas falas sobre os chinelos de vidro não serem confortáveis.

Personagens musicais gostam de se apresentar com uma música “I Want”, e assim encontramos Cinderela, em sua oficina no porão, salvando uma lagarta de uma teia de aranha e cantando “You Gotta Be” de Des’ree. Então, o que ela quer? Para ser ousado, forte, mais sábio e melhor, e por amor para salvar o dia. Ela é doce, é otimista e é amada por ratos, um deles dublado pelo produtor James Corden. Este é mais um lembrete de que uma razão pela qual o produtor não deveria estar no filme é que os produtores não são os melhores juízes para saber se agregam valor ao filme.

A tolice frenética e o tom irregular são distrações infelizes dos prazeres genuínos do filme, incluindo a atuação atraente de Cabello como Cinderela e os números musicais criativos e enérgicos. Essa história de Cinderela deveria ter pedido a Fab G um make-under.

No Amazon Prime hoje.

Fonte: www.rogerebert.com

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