O início da 4ª temporada começa com uma nota otimista. Estamos em um planeta exuberante com alguns alienígenas interessantes, USS Discovery Captain Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), e seu parceiro, Book (David Ajala). Os dois estão lá em nome da Federação e estão fazendo um bom trabalho de dar dilithium para aqueles que perderam seus suprimentos após o The Burn (também conhecido como The Very Bad Thing da série abordada na temporada 3).

Esta é uma revisão sem spoiler, então vou parar por aí, mas mesmo quando as coisas ficam um pouco perigosas no planeta exuberante mencionado acima, Michael continua sorrindo. A sequência tem perigo, sim, mas também é alegre, um evento que destaca o profundo empenho de Michael em salvar a todos e resolver todos os problemas. Ela está em seu elemento, fazendo o que faz de melhor com as pessoas que ama.

Depois daqueles primeiros minutos, entretanto, as coisas ficam muito ruins, muito rápido. Essa anomalia que vimos no trailer faz sua introdução implacável e – como Saru diz no trailer mencionado – coloca bilhões de pessoas em risco. Isso é ruim, pessoal – outro evento cataclísmico para a tripulação do Discovery enfrentar de frente.

A anomalia, como outras ameaças em temporadas anteriores, é quase absurdamente épica em escopo, tão grande que sua enormidade quase nos deixa entorpecidos. O que “Discovery” faz melhor nesta temporada, no entanto, é emparelhar essa ameaça existencial galáctica com as lutas pessoais de seus personagens.

Fonte: www.slashfilm.com

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