Fico feliz em informar que “Ele é tudo isso” evita essas armadilhas. É um pequeno e doce sorbet de final de verão com jovens performers atraentes e um roteiro que atualiza o original sem exagerar. Há alguns acenos para “Ela é tudo isso”, começando com Rachel Leigh Cook, a “Ela” do filme de 1999, como a mãe do personagem principal, um popular formador do ensino médio e influenciador de mídia social chamado Padgett Sawyer (Addison Rae ) Matthew Lillard, do elenco do original, também aparece. E a música mais lembrada do filme, “Kiss Me”, de Sixpence None the Richer, chega no momento certo. Atualizações como um enredo mais inclusivo e o estresse das mídias sociais são discretas, mas significativas.

A primeira coisa que vemos é o quarto lindo e rosa de Padgett, configurado para exibir a persona rosa e bonita que ela criou para as redes sociais. Padgett tem quase 900.000 seguidores que amam cada detalhe de sua vida, especialmente seu dom para reformas e seu romance com Jordan Van Draanen (Peyton Meyer), um colega de classe que é um artista musical em ascensão. Seus cargos lhe renderam um patrocinador de uma empresa de cosméticos tão generoso que ela consegue economizar para a faculdade e ajudar sua mãe solteira, uma enfermeira, com as contas da casa.

Sua descoberta de que Jordan foi infiel é transmitida ao vivo, como quase todos os outros momentos de sua vida, e seu colapso é o tipo de realidade confusa que os influenciadores não podem ter. Ela perde seguidores e, em seguida, seu patrocinador (Kourtney Kardashian, que está muito longe de sua profundidade quando se trata de dizer palavras).

Padgett está desesperado para apagar as imagens de si mesma sendo autêntica e recuperar sua popularidade. Sua amiga Alden (Madison Pettis, muito longe de interpretar a filha de Dwayne Johnson em “The Game Plan”) propõe uma aposta com algumas apostas extremas e Padgett precipitadamente concorda. Ela diz que pode pegar o idiota da escola e fazer com que ele seja eleito Rei do Baile. Isso seria Cameron (Tanner Buchanan), desalinhado e cínico.

Fonte: www.rogerebert.com

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