Brad Pitt voltou às pistas e, sem alarde, colocou o filme F1 no primeiro lugar do ranking mundial do Apple TV.
A produção acelerou forte nas locadoras digitais e já se tornou a maior bilheteria da história da Apple Studios, superando 631,7 milhões de dólares.
Muito além dos números, o longa chama a atenção por funcionar como um sucessor espiritual de Top Gun: Maverick.
Ambos os projetos têm a assinatura do diretor Joseph Kosinski e exploram veteranos carismáticos que recebem uma última chance de redenção.
Com cenas feitas em carros reais a 180 km/h, F1 destaca a autenticidade nos bastidores e traz ainda a consultoria do heptacampeão Lewis Hamilton.
Não por acaso, o público percebe paralelos diretos entre as duas produções, dando fôlego extra ao streaming da Maçã.
Filme F1 assume a pole position no Apple TV
Lançado nos cinemas em 27 de junho de 2025, o filme F1 chegou ao streaming poucas semanas depois, mantendo o embalo de público.
Dados do serviço de monitoramento Flix Patrol mostram que o longa ocupa o primeiro lugar em vários territórios, inclusive Brasil, Estados Unidos e Reino Unido.
O sucesso se explica pelo apelo do elenco: Brad Pitt vive Sonny Hayes, piloto que volta às competições após um acidente traumático; Damson Idris interpreta o novato Joshua Pearce, peça-chave para a trama de mentor e pupilo.
O orçamento estimado entre 200 e 300 milhões de dólares foi compensado com folga, consolidando a força do selo Apple Studios.
Paralelos com Top Gun: Maverick reforçam o hype
Se Maverick deu a Tom Cruise uma derradeira missão nos céus, F1 coloca Brad Pitt para desafiar as leis da velocidade na terra.
Os dois protagonistas carregam fantasmas do passado e, ao mesmo tempo, precisam guiar a nova geração rumo ao sucesso.
O roteiro de Ehren Kruger mantém a estrutura de “herói legado”: veterano, trauma, rebelião dos jovens e clímax de alto risco.
Esse formato já havia rendido a Top Gun: Maverick a impressionante aprovação de 96 % no Rotten Tomatoes e repete a dose, agora entre motores V6.
Realismo acima de tudo
Tal como os atores de Maverick pilotaram caças F-18, Brad Pitt e Damson Idris manobraram carros adaptados de Fórmula 2 em fins de semana reais de Grande Prêmio.
Para garantir fidelidade, Lewis Hamilton recusou atuar em Maverick, mas entrou como produtor e supervisor técnico de F1, validando a física das curvas e a tensão do pit-stop.
A jornada de Sonny Hayes: redenção nas pistas
Diferentemente de outros dramas esportivos, o filme F1 não trata apenas de troféus.
Sonny Hayes lida com o medo constante de repetir o acidente que encerrou sua carreira prematuramente.
Ao assumir o papel de mentor de Joshua Pearce, ele testa limites emocionais e mecânicos.
A dinâmica lembra a relação entre Maverick e o jovem Rooster, reforçando a ideia de que o verdadeiro legado está em passar conhecimento.
Imagem: Internet
Números que explicam o fenômeno
• Orçamento: US$ 200–300 milhões
• Bilheteria mundial: US$ 631,7 milhões
• Tempo de duração: 156 minutos
• Classificação indicativa: PG-13
Esses dados confirmam que o filme F1 engloba grande produção, grande duração e grande retorno.
No Apple TV, o título também impulsiona assinaturas, já que fãs de esporte buscam revisitar cenas frenéticas em resolução 4K.
Próximos passos de Joseph Kosinski
Depois de pilotar Top Gun: Maverick e o filme F1, Kosinski foi escalado para dirigir uma adaptação cinematográfica de Miami Vice.
Rumores indicam Glen Powell e Michael B. Jordan como protagonistas, mas ainda não há data de estreia.
O cineasta também está ligado a um thriller sem título, roteirizado por Zach Baylin (Creed III).
Se seguir a mesma linha de ação prática e fotografia imersiva, é provável que esses projetos figurem cedo ou tarde no catálogo da Apple ou em outro grande estúdio.
Apple TV amplia catálogo além da ficção científica
Embora seja lembrado por séries como Fundação e longas de ficção científica, o Apple TV vem diversificando o portfólio.
O sucesso de F1 comprova que o público busca tramas ancoradas em realismo, seja no ar ou nas pistas.
Para quem acompanha BlockBuster Online, a lição é clara: apostar no filme F1 garante duas horas e meia de adrenalina pura, com a segurança de um roteiro que sabe onde quer chegar.
Vale ficar de olho nas próximas “corridas” do estúdio de Cupertino, que promete continuar acelerando no segmento de ação.
