“Ghost of Tsushima” é a história de Jin Sakai (dublado por Daisuke Tsuji), um guerreiro samurai que é dado como morto após um ataque mongol liderado por Khotun Khan (Patrick Gallagher). Ao longo do jogo, Jin se torna o “Fantasma”, um samurai lendário que liberta seu povo e obtém sua vingança, enquanto traça a trajetória de um homem que está se reconciliando com seu próprio passado. É um dos melhores videogames cinematográficos da era PS4.

A expansão da história original para a versão deste diretor ocorre após o Ato 1, cerca de 8 a 10 horas depois, quando o jogo se abre para um novo mapa e revela a localização de um lugar chamado Ilha Iki. (Se você jogou o jogo no PS4, pode transferir o arquivo salvo e ir diretamente para lá. Se você perdeu o arquivo salvo, terá que dedicar algumas horas para obter o novo material, o que não é t fazer todos felizes.) Mais do que mera decoração, a expansão aqui é quase do mesmo tamanho do Ato 1, levando cerca de 7 a 8 horas para ser concluída, mais para quem gosta de aproveitar o tempo e apreciar a paisagem.

Tudo começa quando Jin descobre que um líder mongol chamado The Eagle está planejando um ataque a Tsushima, e então ele vai até a casa dela para detê-la. Iki é onde o pai de Jin morreu anos antes, levando a um arco de história em que ele novamente tem que desvendar não apenas seu relacionamento com seu pai, mas o papel que seu pai desempenhou na história desta ilha. Logo após a chegada, Jin é capturado pela Águia e recebe um veneno que cria alucinações ocasionais, amplificando a ação e a intensidade na ilha (tentar aparar por meio de uma alucinação não é fácil). Também existe uma nova forma de inimigo chamada Xamã, que dá a qualquer mongol atacante mais força e estabilidade – sempre derrote o Xamã primeiro em qualquer encontro com o inimigo. Confie em mim.

Em vez de apenas fornecer mais jogabilidade que parece coisas que chegam ao chão da sala de edição pela primeira vez (como geralmente acontece com DLC), a expansão da Ilha Iki adiciona profundidade com personagens interessantes, belos cenários e até mesmo novas mecânicas. Existem minijogos familiares na ilha, como Bamboo Strikes e Haikus, mas também existem novos, como santuários de animais, onde Jin tem que jogar flauta e desafios de arco e flecha, que são bastante autoexplicativos. Você encontrará até santuários, que são quebra-cabeças para desbloquear roupas inspiradas em outros clássicos da Sony. Também há flashbacks jogáveis ​​e dois novos contos míticos que são muito ricos em termos de narrativa. Muitos jogos foram atualizados de console para console com novos recursos que parecem menores, mas Iki Island é expansivo e impressionante.

Fonte: www.rogerebert.com

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