Não se preocupe: Murphy e companhia não estão realmente interessados ​​em uma recontagem espalhafatosa de um caso. Deixe o charuto e as piadinhas do vestido azul na porta. Na verdade, o caso entre o presidente Bill Clinton (Clive Owen) e Monica Lewinsky (Beanie Feldstein) é o pano de fundo para centrar a história de Linda Tripp (Sarah Paulson) quando o show abre. Começando nos dias de Whitewater da Casa Branca, “Impeachment” está muito relacionado com a morte de Vince Foster, que agravou Tripp e a deixou sem um aliado na Casa Branca, onde ela também teria ouvido falar de um momento de agressão sexual por parte de O presidente Clinton falou sobre Kathleen Willey (Elizabeth Reaser) que surgiria novamente mais tarde. Como ela foi levada para o Pentágono, ela estava convencida de que estava prestes a participar de algo grande no cenário nacional, e “Impeachment” realmente retrata Tripp como um predador oportunista, alguém que foi atraído por seu novo colega com uma história sobre namoro Bill Clinton porque permitiu que ela fizesse parte da história.

Cenas em que Tripp encontra a agente literária Lucianne Goldberg (Margo Martindale) ou fica animado com conversas com Newsweek realmente faz Tripp ser um verdadeiro vilão, especialmente em cenas em que parece que ela empurra Monica de volta para Bill quando ela só quer deixar o relacionamento ir. Algumas dessas coisas são exageradas e exageradas, mas Paulson é uma atriz incrível que encontra uma maneira de transmitir a insegurança das pessoas que prosperam na miséria. Sua Linda Tripp constantemente faz tudo sobre ela, reclamando do trauma da situação em que ela está, sem compreender conscientemente que não é apenas sua própria criação, mas algo de que ela precisa desesperadamente.

A primeira metade da temporada de 10 episódios enfoca o relacionamento de Linda Tripp com Monica Lewinsky e como isso levou ao impeachment, mas é lançada contra tudo o mais que impactaria este caso, particularmente as alegações de Paula Jones (Annaleigh Ashford), que é retratado de uma forma que às vezes parece cruel. O ponto dramático é que Lewinsky e Jones – e, na verdade, muitas mulheres nessas situações – foram empurrados e puxados por pessoas que não tinham seus melhores interesses no coração. Taran Killam interpreta o namorado de Paula, Steve Jones, como um tipo agressivo e ciumento que deseja vergonha pública de Clinton mais do que um acordo financeiro, e Judith Light captura seu advogado de maneira semelhante. Todos nesta narrativa viram algo que podiam pegue de um relacionamento entre um estagiário e o líder do mundo livre, desde os próximos às supostas vítimas de Clinton até as pessoas que fizeram suas carreiras nesta história, como Matt Drudge (Billy Eichner), Ann Coulter (Cobie Smulders) e Ken Starr (Dan Bakkedahl). A escrita capta com eficácia aquele oportunismo muito americano que deixa as vítimas para trás. Ninguém se importou com o abuso de poder nesta história tanto quanto como esse abuso poderia dar a eles o seu próprio poder.

Fonte: www.rogerebert.com

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