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    Máquina de escrever de Benny Russell recoloca Sisko no centro do debate em Star Trek: Starfleet Academy

    amorimmatheus2k21@gmail.comBy amorimmatheus2k21@gmail.comfevereiro 10, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    O quinto episódio de Star Trek: Starfleet Academy surpreende ao exibir, em pleno museu de Benjamin Sisko, a antiga máquina de escrever de Benny Russell. O objeto pode parecer apenas um item de cenografia, mas carrega peso dramático e histórico, pois reafirma uma mudança de cânone feita anteriormente por Star Trek: Strange New Worlds.

    Ao recolocar Russell como autor “real” do século XX, a série reaquece discussões sobre identidade, memória e a própria natureza do real no universo Trek. O capítulo, escrito por Kirsten Beyer e Tawny Newsome e dirigido por Larry Teng, faz isso enquanto rende homenagem direta à atuação marcante de Avery Brooks em Deep Space Nine.

    Como o retcon de Strange New Worlds mudou a história de Benny Russell

    Durante décadas, fãs debatiam se Benny Russell era alucinação profética de Sisko ou figura histórica. Strange New Worlds, ao adaptar o conto infantil “O Reino de Elysian” para um episódio fantástico, cravou que Russell existiu de fato. Com isso, a máquina de escrever se transforma em relíquia legítima e não mais símbolo onírico.

    O roteiro de Beyer e Newsome costura essa revelação com cuidado. Ao invés de exposição exaustiva, a dupla prefere pequenas pistas: legendas na vitrine do museu, citações rápidas a títulos como “Solar Odyssey” e “Esta Ilha Marte”. O resultado é um retcon que se sustenta sem parecer forçado, ampliando o universo, mas preservando o frescor do episódio isolado.

    Atuação do elenco destaca legado de Avery Brooks

    A atuação de Kerrice Brooks, intérprete da cadete SAM, conduz o público pelos corredores do museu com genuína curiosidade. Sua surpresa diante da máquina de escrever ecoa a reação que muitos espectadores tiveram ao descobrir o retcon. A atriz imprime leveza e, ao mesmo tempo, respeito quase reverencial por Sisko, dando rosto à fascinação coletiva em torno do capitão.

    Outro destaque é Tawny Newsome, que divide funções de roteirista e atriz. Como professora Illa Dax, ela equilibra humor irônico e carga emocional sem cair no fan service excessivo. Essa abordagem lembra a desenvoltura de Robin Williams em Popeye: a aventura musical que virou joia cult graças ao carisma do elenco. Aqui, a conexão entre personagem e espectador nasce do timing cômico preciso de Newsome.

    Direção e roteiro encontram equilíbrio entre nostalgia e novidade

    Larry Teng filma o museu como se fosse personagem vivo. Planos lentos passeiam por vitrines iluminadas, destacando objetos familiares — a camisa de beisebol dos Niners, uma réplica do Orb dos Profetas — antes de repousar sobre a máquina de Russell. Essa escolha visual reforça a importância do artefato sem verbalizar cada detalhe.

    O texto de Beyer e Newsome vai além de referências. Ao inserir o retcon num ambiente acadêmico, as roteiristas criam paralelo entre estudo histórico e construção de identidade. A máquina de Benny Russell não é mero easter egg; vira prova física de que a ficção molda realidade, tema caro a Deep Space Nine. Essa complexidade lembra o que Steven Soderbergh alcança em Círculo Fechado ao explorar narrativas dentro de narrativas.

    Máquina de escrever de Benny Russell recoloca Sisko no centro do debate em Star Trek: Starfleet Academy - Imagem do artigo original

    Imagem: Internet

    Impacto da máquina de escrever na narrativa e no cânone Trek

    Ao exibir o artefato, Starfleet Academy rejuvenesce o debate sobre Sisko ter “vivido” duas vidas históricas: Benny Russell e Gabriel Bell. O roteiro não entrega respostas fáceis, mas planta pistas para discussões futuras. Para uma produção que pretende acompanhar cadetes em formação, oferecer mistério envolvendo a figura de Sisko é maneira inteligente de conectar gerações de fãs.

    Além disso, a inclusão de Russell como autor lido por personagens de diferentes séries cria linha do tempo literária dentro da franquia. A série prova que, assim como Seinfeld delimitou padrões de sitcoms ao influenciar sucessores, Deep Space Nine continua redefinindo o futuro de Star Trek.

    Vale a pena assistir Star Trek: Starfleet Academy?

    Para quem acompanha a saga há décadas, o episódio funciona como carta de amor a Avery Brooks e ao impacto cultural de Benjamin Sisko. A presença física da máquina de escrever oferece catarse para uma dúvida que pairava desde 1998. Mas a produção não depende de nostalgia: o elenco jovem, liderado por Kerrice Brooks, sustenta a trama com frescor.

    Se você se interessa pelo tema de metanarrativa — ou se ainda se emociona com histórias sobre pais e filhos como em Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas que continua irresistível 20 anos depois — há grandes chances de se envolver com a jornada dos cadetes. A direção caprichada de Larry Teng e o diálogo afiado de Beyer e Newsome mostram que Starfleet Academy quer dialogar com fãs veteranos, mas também com novatos que procuram sci-fi carismática.

    Blockbuster Online acompanha de perto cada novo passo da franquia. E, pelo que o quinto episódio indica, a velha máquina de Benny Russell vem digitando um futuro promissor para Star Trek na televisão.

    Benjamin Sisko Benny Russell Deep Space Nine Star Trek: Starfleet Academy Strange New Worlds
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