Nicolas Cage faz sua coisa de Nicolas Cage neste thriller nada assombroso

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É tarde da noite em Las Vegas. Um motorista (Joel Kinnaman, impotente para fazer muito na presença da performance selvagem de Cage) cruza a escuridão, sobre rodovias e cassinos bem iluminados. Seu destino: o hospital. A esposa grávida, já internada no referido hospital, está prestes a dar à luz, e ele está quase lá, pronto para ser pai novamente (o casal já tem um filho). Mas nada vai sair conforme o planejado nesta noite. Assim que o personagem de Kinnaman chega ao hospital, um homem sobe em seu banco traseiro.

Este é o personagem de Cage, e Cage começa as coisas um tanto moderado. Não se preocupe, isso não vai durar muito. Sob a mira de uma arma, ele ordena que o motorista dirija e os dois voltam para a noite, cruzando uma estrada vazia após a outra em direção a um destino desconhecido. E enquanto eles dirigem, o personagem de Cage fica mais irado, permitindo que o ator aumente a loucura para 11. Ele é propenso a explosões e ameaças e parece haver uma fina camada de suor constantemente escorrendo em sua testa.

Como costuma acontecer com esse tipo de filme, Cage está empenhado em tornar as coisas interessantes. O filme permite que ele grite coisas como “Acho que você quebrou meu lindo nariz!” Ele também fala sobre chuvas douradas, diz “Eu queria ser 100% sexo esta noite!”, Faz uma má impressão de Edward G. Robinson e admite: “Nunca fui feliz. Sabe por quê? Sinusite.” É outra performance de Cage em um comprimento de onda completamente diferente, como se ele fosse um alienígena enviado para interagir conosco, humanos infelizes.

Fonte: www.slashfilm.com



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