Quando Tulsa King estreou, poucos imaginavam o quanto o mafioso Dwight Manfredi conquistaria o público. A resposta explosiva abriu caminho para novas histórias, e agora a atenção se volta para NOLA King, série derivada que promete injetar adrenalina no universo criado por Taylor Sheridan.
Com Samuel L. Jackson à frente do elenco, o projeto já nasce cercado de expectativa. Ambientada em Nova Orleans, a produção pretende repetir a bem-sucedida fórmula do peixe fora d’água, mas com novos desafios, novos inimigos e, claro, muito cajun heat.
Elenco estrelado abre o jogo sobre NOLA King
A grande atração do spin-off é, sem dúvida, Samuel L. Jackson. O ator viverá Russell Lee Washington Jr., matador profissional cuja vida virou de cabeça para baixo depois que a lealdade ao passado falou mais alto que ordens mafiosas. Embora famoso no cinema, Jackson encara aqui seu primeiro papel fixo como protagonista de uma série.
Em entrevistas concedidas ao longo de 2025, ele revelou ter aceitado o convite ainda sem roteiro fechado, movido pela confiança no criador Taylor Sheridan. O entusiasmo transpareceu até em programas de TV; durante participação no Jimmy Kimmel Live, o astro deixou claro que faz questão de filmar nas ruas de Nova Orleans, cobrando autenticidade da equipe.
Quem mais deve aparecer
A Paramount+ não confirmou nomes adicionais, mas é quase certo que membros da família criminosa Renzetti retornem. Quiet Ray, chefe que enviou Lee para matar Dwight, continua sedento por vingança. Espere também rostos inéditos ligados ao submundo local, além de eventuais visitas do elenco de Tulsa King – um prato cheio para crossovers.
Conexão direta com Tulsa King fortalece a trama
O caminho para NOLA King começou a ser pavimentado na terceira temporada de Tulsa King. No penúltimo episódio, Russell Lee Washington Jr. entra em cena com ordem expressa para eliminar Dwight Manfredi. A missão, no entanto, naufraga quando Lee lembra que o alvo salvou sua vida na prisão, criando rachaduras irreparáveis dentro da máfia de Nova York.
Essa recusa desencadeia uma caçada de alto risco que termina em aliança improvável: Lee e Dwight unem forças para eliminar os assassinos enviados e derrotar o temido Dunmire. Ao final, a frase de Lee “Se o General criou tudo do zero, por que eu não faria o mesmo em Nova Orleans?” prepara o terreno para o spin-off.
Enredo mergulha na Nova Orleans pós-furacões e cheia de mistério
A cidade escolhida possui histórico vibrante, místico e, ao mesmo tempo, sombrio. Depois de quatro décadas longe de casa, Lee retorna a um território que não lhe pertence mais. A princípio, ele quer apenas uma segunda chance, mas antigos inimigos, dívidas e arrependimentos não ficam enterrados por muito tempo.
O contraste entre jazz nos bares da Bourbon Street e a violência nos becos mais afastados cria um cenário perfeito para conflitos complexos. A proposta é mostrar tanto o charme turístico quanto a crueza dos bastidores, explorando lendas locais, traições familiares e embates com gangues rivais.
Imagem: Internet
Russell Lee em busca de redenção
Comparado a Dwight Manfredi, Lee carrega feridas ainda mais profundas. Crescent City foi seu berço, mas também palco das primeiras quedas. A relação conturbada com o pai e com antigos parceiros de crime deve nortear a maior parte dos conflitos, ampliando a sensação de “o passado cobra caro”.
Produção e previsão de lançamento
Até o momento, a Paramount+ não divulgou data oficial de estreia. Reportagens publicadas em julho de 2025 indicam intenção de iniciar as filmagens em fevereiro de 2026. Se o cronograma espelhar outras produções de Taylor Sheridan, a chegada aos assinantes pode ocorrer entre o fim de 2026 e o primeiro trimestre de 2027.
Embora pareça distante, o estúdio costuma trabalhar em ritmo acelerado. Yellowstone, 1883 e Tulsa King comprovaram que Sheridan mantém várias séries rodando sem comprometer qualidade. Roteiro, seleção de locações e construção de sets devem ocupar a equipe nos próximos meses.
O que NOLA King representa para o universo Sheridan
Com BlockBuster Online acompanhando cada detalhe, fica claro que NOLA King amplia o portfólio de séries interconectadas de Taylor Sheridan, semelhante ao que o showrunner faz com a saga Yellowstone. Ao expandir horizontes para Nova Orleans, ele adiciona diversidade cultural e geográfica, evitando repetição de cenários e oferecendo novas possibilidades narrativas.
Ainda que a fórmula “mafioso em crise” se repita, o charme local, o protagonismo de Samuel L. Jackson e a tensão com os Renzetti criam um produto único. Máfias, dívidas antigas, jazz, culinária creole e lendas sobre o French Quarter alimentam um caldeirão explosivo que promete segurar o espectador episódio após episódio.
Por que vale ficar de olho
Toda produção da Paramount+ sob o selo Sheridan costuma chegar com alta qualidade técnica, fotografia marcante e personagens densos. Some a isso a chance de ver Samuel L. Jackson em papel recorrente, algo raro em sua carreira, e o spin-off ganha status de evento televisivo.
Tulsa King segue disponível no catálogo da plataforma e funciona como aquecimento perfeito até que NOLA King desembarque na telinha. Até lá, resta acompanhar notícias, teasers e, quem sabe, imagens de bastidores direto das ruas quentes de Nova Orleans.
