Os Clones estão de volta para uma segunda temporada inteligente e divertida

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Encontramos Lincoln (Will Forte), Joana d’Arc (Nicole Sullivan), JFK (Chris Miller) e Cleópatra (Mitra Jouhari) tendo que coexistir com os novos garotos e descobrindo que a popularidade mudou nas últimas duas décadas. Como “21 Jump Street”, o programa traz muitas piadas fantásticas sobre a diferença entre gerações. A escola é governada pela artista Frida Kahlo (Vicci Martinez), Harriet Tubman (Ayo Edebiri), que está preocupada com o legado que representa, o aspirante a influenciador Confucius (Kelvin Yu) e Topher Bus (Neil Casey), que esconde o fato de que ele é o clone de Cristóvão Colombo.

Os dois primeiros episódios começaram a funcionar principalmente ao carregar os arcos dos personagens da primeira temporada – especificamente Abe tentando confessar seu amor por Joan quando ela entrou em um relacionamento com JFK. Alguns dos enredos aqui são uma reminiscência da primeira temporada, como um episódio sobre as provas que se assemelha ao episódio do SAT da 1ª temporada. Isso não é um prejuízo para “Clone High”, porque o programa aproveita a oportunidade dada pela natureza cíclica da vida escolar para mostrar novos ângulos sobre ideias anteriores, tornando o espaço de 20 anos entre as temporadas parte da piada.

Por exemplo, o primeiro episódio é sobre ser cancelado, pois Lincoln percebe que não é mais certo dizer certas coisas, enquanto a mania sexual de JFK é celebrada como positivismo sexual. O show não é enfadonho sobre a lacuna geracional, mas encontra humor no súbito choque de culturas, até mesmo no design dos personagens, com os novos personagens tendo aparência moderna e cores vivas. Existem até novas referências à cultura pop, como uma piada requintada que ecoa “Malignant”.

Fonte: www.slashfilm.com



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