Na 2ª temporada, estamos mais uma vez centrados em Alma (Rosa Salazar), embora sua irmã Becca (Angelique Cabral) e sua mãe Camilla (Constance Marie) sejam mais desenvolvidas desta vez. Alma assumiu o papel que seu pai (Bob Odenkirk) fez na 1ª temporada – ela é quem incita sua irmã Becca a desenvolver suas habilidades, enquanto Becca interpreta uma versão mais relutante de Alma da primeira temporada.

Onde a primeira temporada teve Alma tentando trazer seu pai de volta à vida, a segunda temporada tem Alma e Becca se movendo no tempo e no espaço para descobrir e tentar apagar traumas que reverberaram por gerações de sua família. Assim como a primeira temporada, a segunda temporada de “Undone” usa animação de rotoscópio para borrar a linha entre o mundano e o sobrenatural. Ele também habilmente encaixa seu “o que acontece a seguir?” história de detetive com as jornadas internas dos membros da família Winograd-Diaz. Em sua essência, “Undone” também continua sendo uma exploração de quem somos, o que significa viver uma vida e como essas duas coisas estão ligadas às pessoas que amamos e – especialmente na segunda temporada – pelas gerações que vieram antes de nós.

Tudo isso soa pesado, mas “Undone” explora esses temas de uma forma que não parece didática. O show é pessoal apesar de suas explorações existenciais, e você passa a cuidar da família Winograd-Diaz por causa da especificidade de suas falhas e lutas. Você conhece essas pessoas (talvez você até veja um pouco de você nelas), e o fato de elas estarem caindo através de nuvens psicodélicas e tentando abrir portas mágicas não diminui sua relação.

Fonte: www.slashfilm.com

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