A história diz que Reilly queria propositadamente que seu primeiro projeto incluísse um orçamento moderado com poucos membros do elenco e um conjunto. E assim sabemos que não demorará muito até que algo caótico quando ele lançar JJ Collins (Elsa Pataky) em um navio no meio do Atlântico, um navio que abriga mísseis interceptores, a rede de segurança internacional projetada para cuidar dos negócios se uma arma nuclear é lançada. Esta é uma espécie de regresso a casa para Collins, que foi forçada a sair de serviço por trolls que vieram atrás dela quando ela denunciou o superior que a agrediu sexualmente. Ela é uma soldado sensato, alguém que queremos do nosso lado quando a merda bate no ventilador.

É claro que, no dia em que ela chega lá, o torcedor leva uma explosão quando terroristas roubam 16 armas nucleares de uma instalação na Rússia e as apontam para as principais cidades dos Estados Unidos. Enquanto ela está discutindo como isso poderia ter acontecido com um superior, ela descobre que os bandidos também consideraram o papel do interceptor e já estão na nave. Liderados por um macho alfa detestável chamado Kessel (Luke Bracey), os terroristas parecem ter pouco mais do que a aniquilação completa da raça humana em sua mente. JJ pode mantê-los longe da sala de controle que lhes permitiria desativar os interceptores e acabar com os Estados Unidos inteiros?

Claro, ela pode. Um filme como “Interceptor” não é feito com muitas reviravoltas, então se torna um exercício de execução. A maior parte disso recai sobre os ombros de Pataky e Bracey, que brigam entre as balas e as cenas de luta que surgem toda vez que Kessel tenta invadir a sala de controle. Pataky pode ser um pouco estóica demais, especialmente nas cenas de abertura, mas ela está pronta para a ação da segunda metade do filme e crível como a heroína. Bracey se inclina para a superficialidade de seu personagem, mesmo que ele também pudesse ter sido um pouco mais carismático. Ambos os artistas parecem um pouco subdirecionados quando há uma versão de “Interceptor” que se apóia ainda mais em suas raízes de filmes B dos anos 80, soltando frases de efeito e matanças de qualidade. Por mais pateta e cheio de buracos na trama, o filme quase se leva muito a sério (embora uma participação especial do marido e produtor executivo de Pataky, Chris Hemsworth, seja meio divertida).

Fonte: www.rogerebert.com

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