Quando entrei no cinema para ver “The Prank”, fiquei preocupado que fosse uma crítica à cultura do cancelamento e como as acusações às vezes podem ser falsas, mas ainda causam danos irreparáveis. Felizmente, uma das melhores coisas a serem ditas sobre o filme é que os roteiristas Becca Flinn-White e Zak White não se importam com essas coisas. Em vez de se concentrar na dinâmica do acusador/acusado, o filme está mais interessado na rapidez com que as pessoas (especialmente os adultos) pulam na última nova história quente.

Não é apenas que alguém acusou uma figura conhecida na cidade de algo horrível, é que todos os dias todos na escola ficam obcecados com novas fofocas quentes. E mais tarde, é o fato de que, aparentemente, todas as pessoas na cidade odeiam a Sra. Wheeler. De fato, a piada mais engraçada do filme é ver todos os repórteres locais revelarem que tiveram a Sra. Wheeler como professora e que a odeiam, antes de tirar conclusões precipitadas para apoiar suas reportagens ridiculamente tendenciosas.

Falta nuances? sim. O roteiro poderia realmente dizer algo mais significativo? Certo. Mas mesmo em seu comentário básico, “The Prank” é bastante engraçado. Este é um filme um tanto adolescente sobre se vingar das figuras de autoridade que você sabe que não tem nenhuma razão lógica para odiar, e sobre a rapidez com que as pessoas gostam de pular no que todo mundo está falando – mesmo quando não têm nada para contribuir.

Fonte: www.slashfilm.com

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