Dado quanto tempo o programa está acontecendo e quanto tempo se passou desde a última temporada (sem novos episódios desde antes da pandemia em 2019), os espectadores podem precisar se reorientar para o mundo “Peaky Blinders” um pouco antes de entrar na temporada 6. A BBC tem uma recapitulação de 13 minutos das primeiras cinco temporadas, e basta dizer que a 6ª temporada traz de volta pelo menos um rosto há muito ausente e se refere a pontos da trama como a safira amaldiçoada do início da série.

Quando nos encontramos com Tommy pela última vez no final da 5ª temporada, seu plano de assassinar o líder fascista britânico, Sir Oswald Mosley (Sam Claflin), falhou e ele colocou uma arma em sua própria cabeça. A 6ª temporada começa a partir daí e não perde tempo abordando o destino de Polly.

O filho de Polly, Michael (Finn Cole), já havia entrado em conflito com Tommy na 5ª temporada, quando sua nova esposa americana, Gina (Anya Taylor-Joy), o convenceu a tentar o poder nos interesses comerciais da família Shelby nos Estados Unidos. Depois de um salto no tempo de Natal como o do início da 4ª temporada, esta temporada de “Peaky Blinders” coloca Michael e Tommy em uma rota de colisão um tanto tortuosa na ilha de contrabando franco-canadense de Miquelon. Gina ainda está por perto para vamp e xingar com sotaque americano, mas a Lei Seca está terminando e o próprio Tommy agora está jurando fora de alguns de seus velhos hábitos malignos.

Várias vezes ao longo da temporada, ouvimos a advertência de Polly a Tommy sobre Michael repetida: “Haverá uma guerra e um de vocês morrerá, mas qual, não posso dizer”. No entanto, a narrativa conspira para manter Michael e outros personagens importantes como Arthur (Paul Anderson), que agora é um viciado em ópio, bastante marginalizado, pois segue as manobras políticas de Tommy – e seu incessante fumo ininterrupto – na contínua e lenta construção da Segunda Guerra Mundial. .

Fonte: www.slashfilm.com

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