Um capítulo sombrio e envolvente na franquia popular

0
30

Desde “Digimon: The Movie” (embora tecnicamente um segmento de um curta-metragem posterior), cada filme “Digimon” introduziu um novo DigiDestined não relacionado aos personagens principais que se tornam o foco da história. Lui é o melhor deles desde Willis do primeiro filme — e tem uma breve participação aqui!

Mantendo a tradição da franquia de abordar como a solidão e o isolamento nas crianças podem ter repercussões bastante ameaçadoras mais tarde na vida, vemos que a infância de Lui foi marcada por negligência e abuso. É verdade que ele não é Ken Ichijouji que tenta conquistar o DigiWorld como imperador, mas isso ainda o atrapalha. Então, quando Lui recebe seu DigiEgg, ele não se propõe a salvar o mundo ou embarcar em uma grande aventura, mas fica muito animado por ter um amigo que cuida dele e o protege. Mesmo no presente, Lui é uma contraparte complexa e interessante dos outros DigiDestined. Por sua vez, Ukkomon não quer nada mais do que ver seu parceiro feliz, e é aí que as coisas dão errado.

Embora não seja estritamente um filme de terror, há algum terror psicológico eficaz em jogo aqui, e até mesmo algum terror corporal que responde à pergunta: e se Cronenberg fizesse um “Digimon”? O resultado é puro combustível de pesadelo.

Mais do que tudo, a história de Lui apresenta uma exploração importante e matizada da importância da comunicação. O filme questiona a relação entre DigiDestined e seus parceiros Digimon, e o que sempre distinguiu esta franquia de, digamos, “Pokémon” quando se tratava de brigas de cães. O filme traz uma mensagem importante sobre como fazer suposições sobre os sentimentos dos outros, em vez de perguntar sobre as intenções dos outros, cria uma série de tragédias horríveis.

Fonte: www.slashfilm.com



Deixe uma resposta