Suzu Naito é uma estudante de ensino médio de 17 anos com um segredo: ela é na verdade a amada estrela musical “Belle”, o avatar mais popular no mundo da realidade virtual conhecido como “U”. Belle é tudo o que Suzu não é – linda, confiante e amada por suas músicas estranhas que parecem ressoar com todos em U. Mas mais do que apenas uma identidade secreta para Suzu, Belle é uma válvula de escape para a adolescente, que sofreu uma perda devastadora quando ela era jovem. Enquanto nadava à beira do rio com sua mãe, uma criança foi pega em uma forte corrente e estava começando a ser puxada para debaixo d’água. Sua mãe imediatamente pulou para salvá-la, apesar dos pedidos de Suzu para que ela ficasse, e se afogou no processo de salvar a criança. Desde então, Suzu se afastou da vida, dando a seu pai, de quem nunca esteve próxima, o ombro frio e ressentindo-se de sua mãe por “abandoná-la” por um filho de um estranho. Mas o pior de tudo, ela perdeu a capacidade de cantar. Quando ela era jovem, ela e sua mãe sempre cantavam juntas e criavam músicas, mas depois que sua mãe morreu, foi como se uma luz se apagasse em sua vida. Mas de alguma forma, essa luz é reacendida quando ela recebe um convite para U.

Com o rosto de outra pessoa e uma nova identidade, Suzu consegue se livrar temporariamente de toda sua bagagem e finalmente cantar. E milagrosamente, seu canto começa a trazer alegria para outras pessoas. Logo, ela se torna a cantora mais popular de U e, com a ajuda de seu melhor amigo e gênio da tecnologia Hiroka, ela se transforma em uma diva glamourosa. Mas quando um de seus shows é interrompido por um avatar bestial conhecido como “The Dragon”, ela se envolve em uma trama tensa para desvendar a identidade do lutador com cicatrizes que os guardiões de U consideram uma ameaça à paz.

Não é exatamente o enredo de “A Bela e a Fera”, mas as marcas registradas do conto de fadas estão todas lá: a bela simpática, a fera incompreendida, o castelo em ruínas no qual O Dragão se abriga. Mas o que falta em “Belle” é o romance, pelo menos no sentido tradicional. Suzu fica fascinada com O Dragão, mas não pelas razões que você esperaria de uma releitura de “A Bela e a Fera”. Em vez disso, ela reconhece em seus olhos uma alma ferida e o procura, apenas para ser afastada pelo avatar irritado, que a acusa de ser gentil com ele apenas por pena.

Fonte: www.slashfilm.com

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